Na semana passada, o prefeito Emílio Vieira (PSDB) e o secretário de Administração Márcio da Rosa estiveram em Brasília em busca de recursos para o município. Entre os pedidos está a celeridade na liberação dos valores para o início da construção do Molhe de Gravatá.

O alcaide e seu secretário estiveram na capital federal entre os dias 16 e 19 de novembro. O principal intuito da viagem foi para tratar da liberação da obra de construção do Molhe do Gravatá, que está prestes a ser iniciada. Emílio esteve presente no Ministério da Integração Nacional e conseguiu a prorrogação do prazo do convênio por mais um ano, de 16 de outubro de 2018 para 16 de outubro de 2019.

Segundo o prefeito, a primeira etapa da obra, que tem extensão de 70 metros, já está licitada no valor de R$ 390 mil, contudo o valor do convênio é de R$ 500 mil de recursos federais e mais R$ 6 mil de contrapartidas do município. O alcaide diz que a visita também serviu para tentar “viabilizar a utilização do saldo da licitação do molhe, para um aditivo que nos permitisse a ampliação de mais 20 metros de molhe, lembrando que o projeto total prevê a construção de 300 metros de molhe na Praia do Gravatá”.

Lei eleitoral

Ainda de acordo com o alcaide, os trabalhos só não foram iniciados ainda por conta das restrições do período eleitoral. Com o término do segundo turno das eleições no próximo domingo (28), as obras podem ser iniciadas.

Minimizar efeitos

Segundo a prefeitura, a construção com blocos de pedras naturais servirá para minimizar os efeitos do assoreamento da foz do Rio Gravatá, assim como as inundações ao longo do rio. Além disso, será possível o processo natural de engodamento da praia por meio da retenção de parte da área do transporte do mar, o que pode auxiliar contra o processo de erosão costeira da Praia do Gravatá.

Outras áreas

Durante o período em Brasília, os representantes navegantinos também percorreram os gabinetes dos deputados e senadores da bancada catarinense em busca de recursos nas áreas da saúde, educação e infraestrutura. Apesar de nenhum acordo concreto ter sido feito, o alcaide mostrou-se esperançoso de que os parlamentares irão incluir Navegantes em suas emendas para o Orçamento Geral da União de 2019. No saldo geral, Emílio afirmou que a viagem foi “bem produtiva”.

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