A Portonave concluiu mais um projeto para melhor controle dos seus impactos ambientais: a automação da Estação de Tratamento de Efluentes (ETE). A iniciativa permite que a equipe de Meio Ambiente monitore à distância as condições da estação, podendo atuar de forma direcionada. Além de oferecer maior segurança na operação, garante-se ainda mais eficiência no tratamento, conforme explica o analista ambiental Guilherme Schetinger.

“A automação da ETE garante uma eficiência média de cerca de 95% de remoção da concentração de demanda bioquímica de oxigênio (DBO), chegando, em alguns momentos, a 99%. Quanto menor o nível de DBO, menos poluente é o efluente”. Todos os resíduos líquidos gerados pelas atividades do Terminal, dos banheiros às áreas de lavação, passam pela ETE. “Ao término do tratamento, nosso efluente apresenta uma qualidade superior ao próprio Rio Itajaí-Açu”, completou

Guilherme. Para se ter uma ideia da qualidade do resultado, a legislação ambiental condiciona uma eficiência mínima de 60% na remoção da concentração do DBO.

Outras ações

Além do sistema de monitoramento à distância, foi substituído o dispositivo de interface homem-máquina por um sistema mais robusto; instaladas novas bombas, sensores de nível para os tanques e hidrômetro para controle da vazão. Também foi realizada a adequação do fluxo na estação para aumentar em 49 mil litros a capacidade de reserva de efluente bruto. Com isso, a Portonave trata com estrutura própria 100% do efluente gerado no Terminal e na câmara frigorífica Iceport.

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