Na próxima terça-feira (01) celebra-se o Dia do Trabalhador. Para lembrar a data, O Navegantes foi atrás de algum profissional cuja carreira representasse bem a cara da cidade. Eis que David da Silva Raimundo, conhecido por seus amigos e companheiros de trabalho como Ceroll, encaixou-se no perfil. Com 40 anos de idade, casado e com dois filhos, o rapaz veio de Santos, litoral de São Paulo, mas mora na cidade há quase 11 anos, tempo que ele já tem de jornada na Portonave.

Contratado pela empresa por sua experiência prévia na área portuária – são 22 anos de carreira no setor – ele saiu do Porto de Santos para vir trabalhar no terminal em agosto de 2007. Apesar de ter uma política em dar preferência a pessoas da região para labutar no porto, no início de suas operações a Portonave buscou alguns profissionais já com experiência, de outros locais, para ajudar no princípio das atividades. Ceroll foi um desses, iniciando como operador de equipamentos portuários. David acabou sendo uma peça fundamental para dar estabilidade a um dos principais portos do Sul do país e com a maior fatia do mercado no Estado.

A partir de junho de 2012, David passou a ser supervisor de equipamentos portuários, sendo responsável por um grupo de 250 profissionais – o que é uma responsabilidade enorme. Isto veio com muito trabalho, dedicação e, é claro, estudo.

 

Formação

Ele é formado em Logística e está cursando pós-graduação em Gestão de Pessoas. A instrução nunca para. Constantemente a empresa oferece cursos para continuar atualizando o profissional, assim como os demais trabalhadores da empresa. Inclusive, em breve, David irá para a Bélgica pela Portonave, a trabalho.

 

De pai para filho

Quem o vê num posto como este, não deve ter ideia de onde veio o rapaz. A vida deu uma guinada para David, pois, até os 18 anos, ele era jogador de futebol. Certamente não era seu sonho de moleque ser operador em um porto, entretanto acabou virando a realidade, da qual ele tem muito orgulho e hoje exibe competência de sobra. E esta jornada no setor se deu através da figura de seu pai, que trabalhava em um armazém no Porto de Santos.

 

Seguiu carreira

Com frequência, David acompanhava seu pai até o trabalho, conhecendo um pouco mais de perto esse universo. Até que um dia resolveu prestar um concurso para o porto santista. Após passar, ele adentrou na carreira e nunca mais a largou, e hoje não se vê em outra profissão a não ser esta.

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