Começa a partir desta segunda-feira (06) a Campanha Nacional de Vacinação Contra a Poliomielite e Sarampo. No Brasil, espera-se que sejam vacinadas 11,2 milhões de pessoas. Em Navegantes, a estimativa é que tomem a dose 4.311 crianças entre um ano de idade e menores de cinco anos, público-alvo da campanha. A vacinação vai até o dia 31 de agosto.

Navegantes vem apresentando números bem positivos quanto às campanhas de vacinação – a da gripe conseguiu atingir 100% do público-alvo, por exemplo. Em 2017, toda a área de cobertura da vacina contra a pólio e o sarampo recebeu a dose. Segundo o Ministério da Saúde, a meta é alcançar pelo menos 95% das crianças. Entretanto, a Vigilância Epidemiológica do município acredita que é possível alcançar os mais de 4,3 mil infantes da faixa etária.

Para a poliomielite, os pequenos que não tomaram nenhuma dose durante a vida, recebem a Vacina Inativada Poliomielite (VIP). Aqueles que já tomaram uma ou mais doses da vacina, recebem a Vacina Oral Poliomielite (VOP), conhecida por gotinha. Quanto ao sarampo, todos os menores de cinco anos ganham uma dose da vacina Tríplice Viral, que protege contra sarampo, rubéola e caxumba.

Dia D da campanha

Os pais ou responsáveis legais podem levar seus filhos de um ano até quatro anos, 11 meses e 29 dias, para um posto de saúde do município com sala de vacinação, nos horários normais de atendimento, de segunda à sexta, ou no dia D da campanha, 18 de agosto (sábado), sempre das 08h às 17h.

Onde vacinar?

As unidades básicas de saúde com sala de vacinação são: Escalvados, Porto das Balsas, Central, Verde Mar, Nossa Senhora das Graças, Gravatá, São Pedro, São Paulo, São Domingos II, Machados e Escalvados.

Realidade diferente

Apesar de Navegantes manter altos índices de cobertura vacinal, o quadro é diferente no Brasil como um todo. O Ministério da Saúde relata que tem registrado quedas. Entre as possíveis causas, segundo a pasta, estão: a eficiência do Programa Nacional de Imunizações, que existe já há 44 anos; desconhecimento individual de doenças já eliminadas; horários de funcionamento de postinhos incompatíveis com a rotina da população; e circulação de notícias falsas na internet, em especial nas redes sociais, que colocam em cheque a eficácia das vacinas.

Notícias falsas

Localmente não há nenhuma ação específica para combater as chamadas fake news. Entretanto, a Vigilância Epidemiológica do município garante estar sendo feito um trabalho de conscientização e informação na mídia, como redes sociais, site da prefeitura, jornais, rádio, além de nas próprias unidades de saúde da cidade.

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