O mercado imobiliário, assim como todos os setores da economia, sofreu com a crise no país nos últimos anos. Um dos principais causadores da retração foi a inflação, que chegou a 10,7% em 2015. Apesar disso, os investimentos no setor continuaram em aceleração e várias construtoras se instalaram em Navegantes, visando o potencial econômico e posicionamento estratégico que ela apresenta, além de ser considerada a quarta melhor cidade com praia para se viver no Brasil (ocupando a 63ª posição no ranking geral do Índice Firjan de Desenvolvimento Municipal).

Com previsões mais positivas para a economia até o final de 2017, o setor imobiliário deve ganhar força. Um fator que deve ajudar o mercado é a queda no custo da construção civil – preços mais baratos dos materiais e de mão de obra reduzem os custos, e de quebra incentivam lançamentos e também tornam o valor dos imóveis mais acessível.

Uma das construtoras instaladas em Navegantes, a Amalfi está confiante na melhora da economia e pretende lançar mais três empreendimentos até 2021 na cidade. Sua primeira obra foi o Costiera Amalfitana, localizado no Centro, na avenida Prefeito Cirino Adolfo Cabral, que teve sua construção iniciada em 2013 e foi entregue cinco meses antes do prazo, que era de 36 meses. Antes da entrega dos apartamentos, 50% deles já haviam sido vendidos. Hoje restam ainda cerca de 30% à venda, com valores a partir de R$ 500 mil.

Novo empreendimento

O próximo empreendimento, o Torre Amalfitana, também localizado no Centro, teve o lançamento de vendas no mês passado. Em apenas 30 dias, 20% dos apartamentos foram vendidos, o que é um número positivo e traz otimismo para a empresa. Com entrega prevista para 2020, o prédio traz imóveis com preços mais acessíveis, visando não somente o público da classe A, como no anterior, mas também as classes B e C, com valores a partir de R$ 280 mil.

Fala do presidente

O diretor/presidente da Amalfi, Ronir Schlosser, diz que a escolha por Navegantes foi pela localização privilegiada – próximo a cidades como Balneário Camboriú, Itajaí e o Parque Beto Carrero, em Penha – e o potencial econômico, já que o município possui porto, aeroporto, além de ter crescido bastante nos últimos anos, com implantação do deque de madeira, o binário das duas principais avenidas da cidade, ciclovia, entre outros pontos. Para Ronir, o município tem muito a oferecer e também a evoluir, e crê que empreendimentos como o da construtora ajudam a fomentar a economia.

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